Curiosidades

10 de maio na história: Nazistas promovem queima de livros contrários a suas doutrinas

Milhares de livros foram queimados por estudantes apoiadores de Adolf Hitler

Em 10 de maio de 1933 houve a queima de livros promovida pelo governo nazista. Na época, o governo alemão criou essa campanha para eliminar todo o pensamento contrário as doutrinas nazistas. MIlhares de obras foram queimadas por estudantes que apoiavam a ideologia de Adolf Hitler.

A queima ficou conhecida como Bücherverbrennung. O principal alvo eram os livros escritos por judeus, pacifistas, religiosos, liberais, anarquistas, socialistas e comunistas. As obras consideras como “artes degeneradas” e pornográficas também iam para a fogueira. Mais de 25 mil obras foram jogadas em uma fogueira montada na Praça da Ópera, em Berlim.

 

Na época, os intelectuais da Alemanha mostraram pouca resistência ao que estava ocorrendo. Muitos intelectuais, contrários as doutrinas nazistas, já haviam fugido do país e os que ficaram, concordaram com o ato. Thomas Mann, foi um dos poucos escritores que criticaram a queima e apontaram o perigo da ação. Mann emigrou para a Suíça no mesmo ano.

O ato da queima ficou conhecido como o ápice da perseguição a opiniões contrárias ao regime, já que mostrava-se claramente a ideia de que o diferente merece ser destruído.

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