Política

Jean Wyllys – Exilado ou Culpado?

Esquerda tenta construir mais uma narrativa

E ontem, um dos assuntos políticos mais comentados do dia, foi a renúncia de Jean Wyllys (PSOL) ao mandato de Deputado Federal, que também deixará o Brasil. O ex – BBB deu a notícia em sua conta do Twitter.

Em entrevista à Folha de SP, o Deputado do PSOL disse que pesou em sua decisão as informações que familiares de um ex-PM suspeito de chefiar a milícia investigada pela morte de Marielle trabalharam para o Senador eleito Flávio Bolsonaro durante seu mandato como deputado estadual pelo Rio de Janeiro.

A decisão de Jean é um tanto quanto contraditória, pois ele era um dos políticos que mais vociferava afirmando que seria “resistência” contra o governo de Bolsonaro. Apesar de falar que o nível de violência contra ele e as minorias aumentou desde a vitória de Bolsonaro, até o momento não há nenhuma ameaça real, diferentemente do que ocorreu com o Vereador de São Paulo Fernando Holiday (DEM). No mês de dezembro (2018), o jovem liberal, integrante do MBL, após uma votação da reforma previdenciária, estava acenando para um grupo de manifestantes contrários a aprovação do projeto, fazendo gestos de paz, quando em seguida escutou barulho de estilhaços e se afastou. Posteriormente foi constatado pela perícia que um tiro vazou a janela do gabinete do vereador. Contudo, como era de se esperar, o caso não recebeu a devida atenção da grande imprensa, apesar de se tratar de um negro, pobre e homossexual (mas com o “pecado mortal” de não ser socialista).

Essa renúncia inesperada de Jean Wyllys e a tentativa da Esquerda de transformar o ex-BBB num mártir e exilado político, aliada com a narrativa de tentar ligar a família Bolsonaro com as milícias, por si só já soa estranho, porém outras informações que surgiram ao decorrer do dia de ontem, tornam toda essa trama muito mais complexa e enigmática.

A jornalista Regina Maura Villela Barboza, do Ceará, durante uma live nas redes sociais, apontou Jean Wyllys como o “provável” mandante da tentativa de homicídio contra Jair Bolsonaro, executada por Adélio Bispo, ex-militante do PSOL. A jornalista relata que a inserção da presença de Adélio como visitante no sistema do Congresso Federal em 06/09/2018, dia da facada em Bolsonaro, fora feito por Jean, e que tal fato teria sido encoberto pelo Presidente da Câmara dos Deputados – Rodrigo Maia.

Ainda na live, a jornalista faz contato pelo Skype com sua fonte, um homem chamado Bronzeri, que relata pertencer a um clube militar de São Paulo, que possui um Centro de Comunicação, no qual são obtidas informações de Oficiais militares da ativa e da reserva, e que após analisar várias coincidências factuais, foi constatado que Jean Wyllys estaria ligado diretamente com o atentado contra a vida de Jair Bolsonaro, e que a renúncia do Deputado seria uma desculpa para poder se refugiar em outro país, devido a iminência de sua prisão. Segue abaixo o vídeo completo da live com as informações de Regina Villela para que cada um tire suas próprias conclusões.

 

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Adriano de Oliveira Barros

Graduado em Administração de Empresas pela Universidade de Franca, politicamente incorreto, articulista, apaixonado por música, filosofia e política.

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