Política

Manuela D’Ávila confirma que passou contato de Glenn Grennwald para hacker preso

Ex-Deputada do PCdoB e ex-candidata a vice presidente na chapa de Haddad divulgou nota sobre o caso

Hacker preso como o principal suspeito de invadir celulares de autoridades, Walter Delgatti, o Vermelho, relatou em depoimento à Polícia Federal que teve acesso ao telefone do jornalista por meio da ex-deputada federal Manuela D’Ávila (PCdoB-RS) e ex-candidata a vice presidente na última eleição, cujo contato ele conseguiu após acessar outros celulares. As informações são da Globo News, que teve acesso ao depoimento, mantido em sigilo pela Polícia Federal.

Logo após a informação se tornar um dos assuntos mais comentados do twitter, a comunista soltou uma nota nada convincente tentando explicar o ocorrido:

Claramente esta nota foi redigida por seus advogados, que sabem que a cliente está encrencada, aliás, parece até que já esperavam que isso fosse acontecer, pois já buscam emplacar a narrativa de que Manuela é jornalista e estaria apta a produzir matérias com sigilo da fonte, na tentativa de invocar como defesa o artigo 5º da Constituição Federal, que tem sido subvertido para justificar os crimes praticados por Glenn Grenwald e sua trupe do The Intercept.

Agora pensem comigo: um hacker invade seu celular, ou seja, comete um crime (Art. 154 A do CP) violando sua privacidade, e você ao invés de prestar queixa, comunicando o ato criminoso do qual fora vítima à polícia, não o faz, e ainda passa o contato de um amigo seu? Será que o hacker que invadiu o celular de pessoas do alto escalão dos três poderes brasileiros, além de membros do MPF não pensou em procurar o contato de Glenn no site do The Intercept? Manuela só pode estar de brincadeira, mas enfim, criar narrativas totalmente descoladas da realidade é uma especialidade da Esquerda, então isso não me surpreende.

Ao que parece, a ação do The Intercept conta com muitos aliados envolvidos. Uma peça desse quebra cabeça já foi encontrada, para encontrar as outras, da forma como tudo se encaminha, parece questão de tempo, e o tic tac do relógio neste momento é o maior inimigo de Glenn.

De agora em diante, a tática de Lênin (“acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é”) será usada de forma mais exaustiva e desesperada pela Esquerda, tentando criar uma atmosfera de distopia, com o intuito de influenciar a opinião pública; mas o fato é que o afegão médio não cai mais nesse jogo, e se tem algo que ele não tolera mais, sem sombra de dúvidas é a corrupção, algo que “Verdevaldo” parece incapaz de compreender.

Querer desmoralizar de forma criminosa a maior operação anticorrupção do país, foi um erro crasso do “jornalista” americano e dos adeptos de sua saga.

 

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Adriano Barros

"Liberal Conservador", graduado em Administração de Empresas, possui extensão em Relações Internacionais e Planejamento Estratégico orientado ao setor público. Apaixonado por Filosofia, História, Música e Literatura. "Si hortum in biblioteca habes deerit nihil".

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