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Sim, Maju, o choro de quem não tem o que comer é livre

A frase da jornalista, que não contém nenhuma empatia, repercutiu de maneira negativa nas redes sociais e é um dos assuntos mais comentados nas redes

“O choro é livre, não dá pra gente reclamar, é isso que tem”, disse a apresentadora do Jornal Hoje, Maria Júlia Coutinho, ao noticiar as medidas autoritárias que prefeitos e governadores estão impondo no Brasil.

A frase da jornalista, que não contém nenhuma empatia, repercutiu de maneira negativa nas redes sociais e é um dos assuntos mais comentados do Twitter. Neste momento, milhares de pessoas estão desempregadas e, consequentemente, não têm como levar sustento para casa.

Para os autônomos — que não possuem renda fixa mensal — a situação também é de desespero: estão proibidos de abrir seus estabelecimentos, sob pena de multa, prisão e até de perda do alvará de funcionamento. Aprisionadas em uma ditadura sanitária, apenas o choro dessas pessoas é de fato livre.

Estamos apenas no meio da semana e já vimos pessoas sendo presas durante o trabalho. Outras tiveram seus produtos tomados pelos governos locais. O prefeito de Aparecida (SP) ganhou repercussão em todo o país após pedir socorro para o município, que vê  70% de sua população desempregada.

Com renda garantida no final do mês, a famosa “Maju” parece insensível diante da realidade. Sites especulam que o salário da apresentadora gire em torno dos R$ 60 mil na TV Globo.

Maju mente sobre unanimidade de especialistas

No mesmo vídeo em que banaliza o sofrimento de milhares de pessoas, Maria Júlia Coutinho mente ao dizer que “especialistas são unânimes em dizer que as medidas [lockdowns] são indispensáveis” para conter a praga chinesa.

Como é natural do processo de manipulação de informações, a Rede Globo escolhe a dedo os “especialistas” que falam em favor daquilo que a emissora deseja emplacar no público.

É mentira afirmar que especialistas são unânimes sobre o lockdown, quando estudos — feitos por especialistas — mostram exatamente o contrário.

Um estudo publicado no dia 5 de março na revista Nature apontou que a política do fique em casa é uma “falácia de exceção”, evidenciando que não é possível garantir a eficácia do lockdown no combate à praga chinesa.

Outro robusto estudo cientifico de renomados cientistas da Stanford University e publicado pelo conceituado “European Journal of Clinical Investigation” concluiu a inexistência de benefícios relevantes no combate ao coronavírus com a adoção de medidas de fechamento de comércios. (Fonte da Matéria: Terça Livre.com.br)

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