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Variante do vírus chinês afeta mais pessoas vacinadas do que não vacinadas, diz estudo

Preocupante

Um estudo da Universidade de Tel Aviv divulgado no último sábado (10) descobriu que uma variante sul-africana do vírus chinês afeta mais pessoas vacinadas com a vacina Pfizer do que pessoas não vacinadas. Clalit Health Services, uma importante entidade de saúde israelense, também ajudou na conclusão do estudo.

“Encontramos uma taxa desproporcionalmente maior da variante sul-africana entre as pessoas vacinadas com uma segunda dose, em comparação com o grupo não vacinado”, disse Adi Stern, da Universidade de Tel Aviv.

O estudo analisou 400 pessoas que receberam pelo menos uma injeção da vacina Pfizer/BioNTech e contraíram a variante Covid-19, e os comparou ao mesmo número de pessoas infectadas e não vacinadas. Segundo os dados encontrados, a variante do vírus foi encontrada oito vezes mais em indivíduos que já foram vacinados.

Stern chegou a reconhecer que as descobertas do estudo foram uma surpresa. “Com base nos padrões da população em geral, esperaríamos apenas um caso da variante sul-africana, mas vimos oito”, disse Stern. “Obviamente, esse resultado não me deixou feliz.

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